A Crise em 10 minutos


Uma crise e uma oportunidade têm afinal algumas semelhanças.

 

Ambas representam um momento crítico em que as coisas podem correr bem ou correr mal. Uma oportunidade mal explorada pode redundar num fracasso e uma crise bem aproveitada tornar-se uma oportunidade. O mais importante não é o desafio que ambas constituem, mas a forma como se lida com elas.

 

Lamentarmo-nos com a crise económica não vai alterar a nossa situação. Devemos é encarar os factos e optar por encarar a crise como uma oportunidade ou uma ameaça.

 

Se encararmos a crise como uma ameaça estamos condenados a viver cada dia num clima de receio, atemorizados com as incertezas e limitados pelo medo. O mais provável é fechar para balanço num registo de esperar para ver o que irá acontecer . Ou pior, adoptar medidas desesperadas que no limite podem comprometer a sustentabilidade da Farmácia.

 

Por outro lado podemos ser positivos e corajosos e encarar a crise como uma oportunidade. Senão vejamos:

 

  1. O consumo de ansiolíticos, indutores do sono, anti-depressivos e anti-ulcerosos está e vai continuar a aumentar

 

  1. O custo elevado e dificuldade de marcação de consultas médicas vai gerar um tráfego adicional para as farmácias

 

  1. Os fornecedores das farmácias também sentem os efeitos da crise e vão certamente tornar as suas propostas mais atractivas. Alguns vão faze-lo certamente

 

Claro que assumir uma postura construtiva exige maior esforço e trabalho do que o imobilismo. Entrar em pânico é muito mais simples.

 

Os verdadeiros líderes de farmácias têm visão e determinação e é certo que irão explorar as circunstâncias actuais em benefício dos seus projectos. Não raramente projectos de uma vida de trabalho e dedicação às suas equipas e aos seus utentes.

 

Por isso cautela com os falsos profetas e com as promessas de resultados fáceis. O melhor caminho é o caminho da sua farmácia.

 

Bons negócios