O ano de todos os perigos

Nos momentos difíceis o maior inimigo podemos ser nós próprios.

2012 será um ano decisivo para muitas farmácias.

Os que acumularam dívidas ao longo dos anos dividir-se-ão em dois grandes grupos. Os que vão sobreviver á crise por mudarem de forma radical o seu modelo de gestão e os que não vão sobreviver por terem excedido as suas capacidades, ou simplesmente porque não há novos clientes nas suas zonas de influência.

No entanto existem muitas farmácias saudáveis do ponto de vista económico e com boas oportunidades que devem ser exploradas. O número total de clientes não aumentou, a população está a envelhecer e apesar de todas as dificuldades as farmácias são um local de visita incontornável para a população. Na realidade os clientes continuarão a fluir em todas as farmácias. A questão essencial é saber quantos clientes novos a Farmácia está a recrutar cada mês? E qual o impacto desses clientes na facturação anual da farmácia?  Porque afinal existem muitas farmácias concentradas em determinadas zonas e a competição está ao rubro em alguns casos.

Perder a cabeça agora e tomar decisões irreflectidas pode ser fatal. Convém evitar dramatismos e realizar que todos os problemas têm uma solução. Fazer descontos, alargar horários, despedir pessoas e vender a farmácia são tudo exemplos de decisões que devem ser cuidadosamente ponderadas.

Por isso se recomenda fazer um orçamento para 2012 com a ajuda de especialistas e com uma visão de negócio que ultrapassa a mera contabilidade. É preciso identificar as oportunidades de negócio e explorá-las de forma activa e consistente.

Trocar o negócio das farmácias só por algo com rentabilidade semelhante. Neste momento não me ocorre nehum

 

Para saber mais: rui.santos@wings.pt